terça-feira, 23 de julho de 2013

O Belo Adormecido kkkkkkkkkkkkkkkkkk

E ae galera? Como vai?
Nossa cara, depois de quase uma década sem postar (mentira), voltei aqui praticamente um outro Sander! Aquele cara atarefado, que quase não tinha tempo pra nada e que mendigava minutos à frente do meu notebook pra postar coisas da vida (e revoltas)... Pois bem... Com exceção da faculis, estou o mesmo!

hahahahahahahhaha

Não vou escrever muita coisa, até porque se eu me empolgar novamente, ninguém vai querer ler.
Trouxe uma poesia de minha autoria, que fiz no mesmo tempo em que se faz um macarrão instantâneo (MIOJO) kkkkkkkkkkkkkkkk Se chama "Céu Anil":

CÉU ANIL

Por mais que eu conte os minutos
Por mais que eu tenha vontade
Um amor cresce, transborda, vira dilúvio
De mim, resta saudade.

Saudade que entra em meu peito
Quebram todas as louças, vasos, flores caem ao chão
Sinto um aperto em meio ao devaneio
Padeço por angústia, na falta de pegar sua mão.

Olho em seus olhos, e me vejo em um campo de gramado verde
Caminho até você sob céu anil
Mas logo, nuvens negras querem destruir o presente
E entre rachaduras no solo, se abre um ambiente hostil

Tenho medo do abismo que se formou
Abismo esse, que sempre nos isolou
Sinto medo de te perder com quem nunca lhe amou
Vejo o preço que se paga, pra arriscar-se num grande amor.

Seu afago é minha fonte de energia
Seu calor me dá vida
Seu sorriso é o dia que me ilumina
Suas mãos me amparam e me guia.

Dos homens, há quem seja mais feliz do que eu
Da garantia de te amar, sempre fiel, serei
Do que pensar se a resposta cabe aos céus
Cabe a mim, aguardar esse tempo que tanto almejei.

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